Vertiv: Barueri e Campinas concentram maiores investimentos em Colocation no Brasil

Investimento em Colocation é impulsionado por data centers de hyperscale 

10 December 2019 escrito por Tatiane Aquim

Vertiv: Barueri e Campinas concentram maiores investimentos em Colocation no Brasil
Rafael Garrido, country manager da Vertiv Brasil
Em 2019, como em anos anteriores, o mercado de Colocation continua liderando os maiores investimentos na área de data center no Brasil. A grande Barueri e a grande Campinas têm concentrado os maiores investimentos na área de Colocation no país. 
 
De acordo com seu country manager, Rafael Garrido, a Vertiv tem acompanhado essa tendência de mercado, e hoje além de ter escritório em São Paulo, a empresa, que tem soluções para os mais importantes desafios dos data centers, tem escritório em Barueri e em Campinas, justamente para acompanhar essa tendência de suporte de Colocation. 
 
"2019 foi um ano de muita demanda de Edge Computing espalhada pelo país. Mas Colocation é o carro-chefe dos negócios da Vertiv no Brasil, justamente pelo fato do Brasil figurar entre os 10 países de maior investimento de Colocation hoje. O Brasil passa por um processo massivo de investimento em Colocation, impulsionado por data centers de hyperscale e a Vertiv tem acompanhado isso bem de perto e hoje é fornecedora dos mais diversos players do país", detalha o country manager da Vertiv Brasil, que em entrevista, conta um pouco da estratégia da empresa traçada para o mercado de data center. Leia, a seguir.
 
DatacenterDynamics: Como a Vertiv avalia o mercado de data center brasileiro?
R. G.: É muito bom ver a resiliência do mercado de data center brasileiro, que frente a qualquer tipo de problema, oscilações positivas e negativas da economia, é um mercado que não tem baixado a cabeça, é um mercado que continua investindo.
 
As expectativas para o próximo ano são bem positivas porque o mercado brasileiro de data center continua investidor, continua buscando tecnologia independente de fatores externos. O que é muito bom para criar um ecossistema de negócios. O mercado de Colocation investe no Brasil há anos e segue em constante crescimento, a expectativa para o próximo ano é continuar neste padrão de crescimento.
 
DCD: Em 2020, como acredita que será a distribuição de oportunidades de negócios por essas diferentes ofertas/modelos de data centers?
R. G.: No Brasil, a maior parte dos clientes de Colocation do país usa as soluções da Vertiv. A Vertiv tem muito know-how nesse tipo de solução. Aqui no país a Vertiv possui uma fábrica que fica em Sorocaba (SP), onde são desenvolvidos projetos importantes de soluções pré-fabricadas. A gente acredita que essa solução continuará sendo tendência em 2020.
 
DCD: Qual é a expectativa da Vertiv em relação ao mercado de Edge Computing?
R. G.: É difícil de prever o tamanho que o mercado de Edge Computing terá no Brasil e na América Latina. Nasce um novo mercado gigante, difícil de precisar de quantos milhões será. A previsão é de que venham investimentos massivos nessa área em um futuro próximo.
 
DCD: Temos ouvido falar dos constantes investimentos da Vertiv na oferta de serviços para o mercado de data centers. Qual a importância estratégica dessa oferta para o gestor do data center (seja Hyperscale, seja privado)?
R. G.: É importante comentar que principalmente no mercado brasileiro o cliente de data center, o cliente de Colocation com essa digitalização toda, ele precisa cada vez mais de um parceiro de negócios ao invés de um fornecedor de serviço. Então você ter a estrutura certa próxima do cliente, te possibilita se tornar um parceiro de negócios para que a infraestrutura tome as decisões importantes e o negócio cresça e seja eficiente. A Vertiv é pioneira hoje em capilaridade, tem escritório de serviços próximo dos clientes para que seja cada vez mais especialista na instalação do cliente e o ajude a tomar decisões estratégicas para o seu negócio.
 
DCD: Como as empresas brasileiras se posicionam na hora de investir?
R. G.: No geral, nossa experiência é muito boa. As empresas fazem um investimento na tecnologia e analisam a necessidade do serviço. Na verdade um data center é construído numa relação de longo prazo, onde cada vez mais os fabricantes precisam se posicionar como um parceiro de negócio e aí entra: pré-venda, tecnologia, produto e pós-venda. Esse é o pacote do parceiro de negócio para fazer funcionar o mercado de data center. O cliente está cada vez mais buscando por quem pode ser um parceiro estratégico e o ajude a tomar as melhores decisões nesse mundo digitalizado.
 
DCD: Qual é o maior desafio para a adoção da Edge Computing?
R. G.: É importante comentar que as operadoras, que são as que mais estão investindo em Edge Computing hoje veem o consumo energético como o principal desafio.
Todo mundo sabe que ar condicionado é o principal vilão do consumo energético em processamento de dados. A Vertiv é especializada em soluções de termo, é líder global em soluções de free cooling e além da tecnologia que a Vertiv possui em grandes data centers, está trazendo isso para as soluções de Edge Computing. Depois do consumo energético, o grande desafio da edge no Brasil, que é um país de dimensão continental, é como suportar isso no pós-venda. É aí que entra a estratégia que eu comentei no início, que é ter escritórios regionais de serviços pulverizados pelo país para acompanhar esse movimento de edge. A Vertiv não está olhando para o mercado de Edge Computing agora. Já faz um bom tempo que vem investindo, se preparando para poder suportar os clientes em como eles precisarem nesse novo movimento.
 
 
 
 

 

 

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