A disrupção digital e o futuro do seu data center

A importância da infraestrutura aumenta na mesma velocidade que as nuvens e a computação nas bordas se estabelecem como elementos básicos a qualquer estratégia corporativa
 

11 June 2019 escrito por Felipe Dreher

Nunca é demais reforçar um clichê: o data center é um componente vital para o futuro das organizações. As atividades de migração e modernização da infraestrutura de processamento e armazenamento de dados se tornam mais e mais críticas à medida que as companhias criam, ampliam e buscam plataformas com o objetivo de alavancar suas estratégias digitais.
 
A competição está por toda parte, e vem como um tsunami sobre qualquer setor econômico. Mais do que isso, a disrupção de uma indústria geralmente chega de origens nada óbvias. A capacidade de resposta é tão crucial quanto a necessidade de se posicionar como o vetor de transformação nos mercados onde sua organização atua, de maneira proativa e baseada em inovações de TI.
 
A importância do data center só aumenta, e evolui na mesma velocidade que as nuvens e a computação nas bordas se estabelecem, tornando-se elementos básicos a qualquer estratégia tecnológica, seja em curto, médio ou longo prazo.
 
Em uma economia onde relações e processos são habilitados digitalmente, e os dados, aplicações e dispositivos estão por toda as partes, organizações devem aprender a lidar com seus requisitos tecnológicos a partir de uma abordagem mais automatizada para reduzir a complexidade operacional da infraestrutura, que pode virar um gargalo e limitar o sucesso de uma jornada digital.
 
Ironicamente, trazer simplicidade é um desafio complexo nos ambiente do data center moderno, cada vez mais dispersos e heterogêneos. Acompanhamos esse tipo de movimento em organizações ao redor do mundo. Na América Latina, o cenário passa longe de ser diferente. Vemos muitas companhias remanufaturando, reempacotando e reconfigurando aplicações e sistemas para torná-los flexíveis.
 
Para compreender melhor como a disrupção digital e o contexto de multicloud chega às empresas na América Latina, nos reunimos com diversos clientes e analistas da IDC na região. Tanto a consultoria quanto os clientes são enfáticos ao reforçar a visão de que as novas tecnologias e modelos de negócio exigem mais da TI, e isso faz crescer o desafio de integrar o novo com ambientes legados, que acaba acarretando alta demanda operacional e torna-se um gargalo para disponibilizar novos serviços aos consumidores internos e externos. Isso sem falar nos custos atrelados a falta de simplicidade.
 
Agilidade comercial passa, inevitavelmente, por uma TI mais ágil. De acordo com a IDC (leia o relatório: "Como a Transformação Digital está Redefinindo as Cargas de Trabalho, a Infraestrutura e as Operações Empresariais", será cada vez mais difícil atender demandas comerciais sem contar com ferramentas que permitam a automação e orquestração de ambientes. Esses dois elementos são primordiais para garantir a flexibilidade e agilidade, além de garantir o controle de custos em patamares administráveis e mitigar riscos de segurança, a medida que a multicloud se torna realidade.
 
Modernidade
 
Data centers modernos permitem consistência, flexibilidade, agilidade e elasticidade, ao mesmo tempo que suportam a natureza evolutiva dos processos de TI, onde quer que os dados, aplicações e usuários estejam. Essa visão se conecta com uma pesquisa da consultoria sobre as principais prioridades dos CIOs: garantir a segurança e conformidade dos dados; melhorar o desempenho, reduzindo custos; habilitar o movimento das cargas de trabalho de maneira fluida e de acordo com a necessidade.
 
Na mesma frente, os líderes empresariais também buscam maior visibilidade das operações e custos de data center, além de ampliar a eficiência dos equipamentos já implementados e habilitar internamente um modelo de consumo que se assemelhe mais ao conceito de “as a service”  proposto pela nuvem.
 
Como falamos acima, e nunca é demais reforçar um clichê: o data center é um componente vital para o futuro das organizações. É preciso estar preparado. Quando a transformação chega, é importante estar preparado. E o momento de ajustar as engrenagens é agora. Sua empresa já começou essa jornada?
 
*Felipe Dreher é gerente de Marketing da área de Data Center da Cisco.
 

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