Data Center Banco do Brasil: o primeiro a obter certificação de Gestão de Ativos – ISO 55.001

Instituição financeira está na reta final para obter o selo
 

11 September 2018 escrito por Fabiano Azevedo

Data Center Banco do Brasil: o primeiro a obter certificação de Gestão de Ativos – ISO 55.001
Fabiano Azevedo, gerente de operações da Babcock, em palestra no DCD Brasil 2016
O principal data center do Banco do Brasil (BB), através de sua gerenciadora, operadora e mantenedora, Conbras, empresa do grupo Babcock International, entrou em fase final de certificação do Sistema de Gestão de Ativos. No mundo, a Babcock já possui certificação de mais de US$ 40 bilhões em ativos gerenciados de diversos clientes e diversos segmentos.
 
Mas você deve estar se perguntando: qual o benefício de obter esta certificação para o meu data center? Todo negócio de missão crítica busca atingir altos níveis de disponibilidade, confiabilidade de seus ativos e eficiência operacional. Com este padrão, a ISO 55.001, todos estes objetivos se tornam atingíveis e controlados! Além de apoiar a obtenção de valor enquanto equilibra custos financeiros, ambientais e sociais, ele estimula a cultura de análise de riscos, planejamento em longo prazo, qualidade de serviço e desempenho relacionado aos ativos.
 
Desenvolvemos um SAMP (Strategic Asset Management Plan) que estabelece objetivos a serem alcançados totalmente alinhados à estratégia da organização, a metodologia utilizada no processo de manutenção aplicado à mais de 5000 ativos que compõem o portfólio do banco, além do planejamento e processos de suporte para seu desenvolvimento.
 
Abaixo apresentamos o Modelo de Gestão de Ativos desenvolvido pela Babcock, aplicado aos ciclos de vida da operação de um data center utilizando como analogia o funcionamento de um relógio analógico, ou seja, primeiro ciclo, comparado ao ponteiro dos segundos, que seria uma analogia ao ciclo de O&M (operação e manutenção) do data center, o dia-a-dia, o segundo ciclo, comparado ao ponteiro dos minutos, seriam os retrofits, melhorias e substituições necessárias ao longo da vida do data center, com fim de manter a confiabilidade e alta disponibilidade das instalações, e por fim o terceiro ciclo, comparado ao ponteiro das horas, seria o indicador do momento da necessidade da construção de um novo data center, ou seja, fim da vida útil do maior ativo que seria a própria edificação.
 
 
*Fabiano Azevedo é gerente de operações da Babcock International Group.
 

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