Parque Tecnológico Itaipu fecha parceria com empresa norte-americana para impulsionar projeto de Internet das Coisas

Convênio com a OptDyn será desenvolvido por meio do Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas do PTI

10 May 2018 escrito por DatacenterDynamics

Parque Tecnológico Itaipu fecha parceria com empresa norte-americana para impulsionar projeto de Internet das Coisas
Claudio Issamy Osako, diretor técnico do PTI e Jon “Maddog” Hall, presidente da OptDyn
O projeto de Internet das Coisas do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) ganhou um reforço nesta semana, a partir da assinatura de um convênio com a empresa norte-americana OptDyn, chefiada por Jon “Maddog” Hall, que também é diretor do conselho Linux Professional Institute. A parceria traz ao PTI a plataforma "Peer-to-Peer Subutai", que permite a criação de ambiente dinâmicos e privados em nuvem, possibilitando maior controle sobre os dados de IoT. 
 
O convênio com a OptDyn será desenvolvido por meio do Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas (Celtab) do PTI, que tem como objetivo promover soluções em tecnologia baseadas em softwares livres. Desde o final do ano passado, o Celtab conta com um laboratório de Internet das Coisas, onde são feitas pesquisas e desenvolvimento relacionados a dispositivos conectados à rede de internet, que otimizam serviços funcionais e a tomada de decisões. 
 
O encontro contou com a presença do diretor técnico do PTI, Claudio Issamy Osako, e os gestores do Celtab, Miguel Diogenes Matrakas, e da Incubadora Santos Dumont, Pedro José Granja Sella. De acordo com o diretor do PTI, Hall, popularmente conhecido como “Maddog”, é uma das referências mundiais em tecnologias abertas, e vem estreitando o relacionamento com o PTI desde as suas participações no Congresso Latino-Americano de Software Livre (Latinoware). A tecnologia desenhada por Hall eleva as possibilidades do campo da Internet das Coisas, por meio de softwares livres, de uma maneira mais eficaz. 
 
“Temos muito interesse no que Maddog e a OptDyn podem nos trazer em termos de empreendedorismo, principalmente na capacidade de criar negócios a partir de tecnologias abertas”, avaliou o diretor do PTI. “Uma das metas do PTI em médio e longo prazo, além de promover uma internacionalização das nossas ações, é sensibilizar nossos estudantes e pesquisadores para a questão empreendedora, e também atrair empresas com base tecnológica para o território, fazendo uso da nossa infraestrutura para a geração de mão de obra qualificada”, afirmou. “Este acordo com a OptDyn nos permitirá aplicar tecnologias para a criação de soluções para as mais diversas áreas”, completou o diretor.
 
Conforme “Maddog”, a filosofia por trás do desenvolvimento não apenas de tecnologias de uso livre, mas de soluções mais eficazes, é uma prática adotada por ele em seus relacionamentos com empresas e corporações há cerca de 15 anos. Esta essência foi usada por Hall em sua mais recente criação – a plataforma Subutai, software de nuvem privada e segura, que permite um uso descentralizado e adaptativo. 
 
Maddog conta que, há muito tempo, observou que quando as necessidades são definidas somente a partir de determinadas marcas, esse provedor perde a habilidade de oferecer a melhor solução possível. “Por isso, é importante corrigir a necessidade de uma marca para a necessidade de uma plataforma apropriada. Tecnologias abertas tornam possíveis a combinação de diversas soluções, e o PTI atua da mesma forma, procurando oferecer a melhor resposta para as pessoas”, pontuou.
 
Para Matrakas, a parceria firmada reforça uma série de ações já desenvolvidas pelo Celtab no campo de Internet das Coisas. “As ferramentas disponibilizadas pela OptDyn somam forças aos nossos avanços, levando em consideração um uso mais pessoal de recursos computacionais, como é no caso de pessoas que desejam ter um maior nível de automação instalado em suas casas”, exemplificou o gestor. “É uma parceria de crescimento com uma possibilidade de ganho muito grande não só para o Parque, mas para toda a região, trazendo novos negócios para cá e possibilitando novos produtos que podem ser elevados a um nível de atuação nacional e internacional”, avaliou Miguel.
 
O acordo ainda envolve benefícios para outras ações promovidas pelo Parque, como no caso das empresas apoiadas pela Incubadora Santos Dumont. “Podemos ajudar a estruturar novos negócios e serviços, alinhados a esta iniciativa, para gerar possíveis empresas que venham a ser incubadas por nós”, avaliou Pedro. “Quanto às empresas que já estão associadas à nós, a parceria pode melhorar o desempenho de alguns dos seus processos já em atuação, como o de mineração de criptomoedas e estruturação de plataformas Blockchain”, citou o gestor.
 
 
 

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