HPE: Criando uma Nova Experiência em TI

Iniciativa está baseada em três pilares: agilidade, segurança e controle econômico 
 

8 November 2017 escrito por Tatiane Aquim

HPE: Criando uma Nova Experiência em TI
Servidores HPE ProLiant Gen10
A Transformação Digital não é mais uma tendência. Hoje é uma realidade e promete revolucionar negócios e gerar novos fluxos de receitas. As mudanças trazidas pelas novas tecnologias multicloud, Big Data, IoT, contêineres e mobile fazem com que hoje, empresas de diferentes segmentos enfrentem uma concorrência sem precedentes. Essa nova jornada, rumo ao mundo digital começa com o data center. Este é o pano de fundo desta entrevista, que tem como tema: “Criando uma Nova Experiência em TI”, com Luis Albejante, que é Diretor de Produtos da HPE e Fábio de Paula, Diretor de Negócios da Intel na América Latina. 
 
DatacenterDynamics: Gostaria de começar nossa conversa, falando sobre o último lançamento da HPE em Las Vegas, o “HPE Discover”: Uma Nova Experiência em Computação. Por favor, explique para nós, qual é a proposta desta nova experiência para o mercado brasileiro.
 
Luis Albejante: No evento HPE Discover, apresentamos para o mercado as novas soluções e tecnologias que a HPE está colocando a disposição dos clientes. O objetivo é trazer uma nova experiência em computação para os clientes, principalmente baseada e impulsionada pelo lançamento dos nossos novos servidores HPE ProLiant da Geração 10.
 
DCD: Qual é o papel da Intel nesta nova experiência de Computação?
 
Fábio de Paula: A Intel lançou recentemente a nova família Intel Xeon, plataforma escalável, que na verdade é o maior ganho tecnológico nos últimos 10 anos de lançamento de servidores. Os novos produtos da HPE estão baseados nesta nova família de servidores, trazendo agilidade, performance, segurança adicionais para atender as demandas dos workloads dos data centers para a nova economia digital.
 
DCD: Em que se baseia esta nova experiência de computação da HPE? 
 
L.A.: A nova experiência de computação está baseada em três pilares: 
- Agilidade, onde o foco é conseguir proporcionar para as empresas mais agilidade e eficiência operacional para conectar isso diretamente com a área de negócios.
 
- Segurança, muito investimento, tecnologia desenvolvida pela própria HPE e também tecnologia desenvolvida com a Intel, embarcadas nas novas plataformas que foram lançadas no HPE Discover.
 
- Controle Econômico, parte destes lançamentos trazem soluções que podem ter serviços que permitam aos clientes fazer melhor uso da tecnologia, com investimento de forma mais condizente com as suas possibilidades ou ligados diretamente com o seu negócio.
 
DCD: Como a Intel complementa esta proposta?
 
F.P.: O grande desafio da Intel é trazer o que tem de melhor em tecnologia para ajudar aos clientes corporativos neste novo desafio da Transformação Digital, a Nova Economia Digital. O que é o negócio digital hoje? Ele está baseado em alguns pilares. É um negócio completamente data driven, que precisa ser sob demanda, escalável. Hoje em dia nós temos a explosão do número de devices, com a Internet das Coisas é preciso ter segurança. Todo pilar da Transformação Digital proporciona ganhos significativos de performance, redução de custos, de ganhos de eficiência nos negócios e possibilidade de novos modelos de negócios, tanto para as empresas que já têm o seu negócio quanto, como muitas empresas criando disrupções nos modelos e essa economia; a Intel chama isso de Vortex Of Change. Esse turbilhão de mudanças que estão acontecendo na economia, está possibilitando transformações significativas no dia dia, cada vez mais rápido. Hoje, mais de 70% dos CEO’s das empresas têm a questão da Transformação Digital nos seus conselhos como uma discussão importante, fundamental nos seus conselhos. 
 
A Intel, como provedora de tecnologia e de infraestrutura tecnológica, hoje a principal empresa que oferece os servidores que processam toda essa gama de computação, com esse lançamento da família Xeon traz o que tem de mais inovador, com ganhos de eficiência significativos do que tem de melhor, nos últimos 10 anos de inovação na área de servidores. Justamente para atender a agilidade, performance e a segurança de todas essas soluções que aparecem nos produtos dos nossos clientes e parceiros. 
 
L.A.: Só para complementar, a nova família de servidores HPE ProLiant Geração 10, com os novos processadores escaláveis Xeon, podem ter ganhos de até 70% a mais em relação a família antiga. Isso traz muita eficiência operacional para o cliente e economia também. 
 
DCD: Um dos maiores obstáculos das empresas hoje é definir quais são os argumentos positivos e negativos de uma estratégia de TI Híbrida. Quais são os pontos mais importantes que as empresas devem considerar na hora de avaliar se devem manter um aplicativo no data center ou mandar para a nuvem?
 
L.A.: Esse é um debate bem interessante, a gente tem visto vários clientes debatendo este tema. Alguns trazendo pontos positivos outros trazendo pontos negativos. Sempre existe alguma tendência para um lado ou para o outro. A HPE investiu muito em interações com o cliente, em pesquisa de mercado em âmbito global em diferentes segmentos de indústria e diferentes tamanhos de clientes. Temos uma visão bem objetiva sobre a questão da TI Híbrida. A HPE realmente acredita que a TI Híbrida é a chave para essa transformação. Toda empresa está passando pela Transformação Digital, algumas já estão mais maduras neste processo, outras nem tanto. O segredo disso é definir exatamente qual é o mix correto necessário na sua TI Híbrida: quanto do meu workload eu posso colocar e o que não posso colocar na nuvem. O que nós fazemos, é desenvolver tecnologia, que permita, que dê a possibilidade para os clientes seguirem nesta jornada, escolhendo dentro de várias plataformas a melhor para estar atuando e suportando a estratégia do cliente. O que nós recomendamos para todos os clientes é: desenvolva um plano estratégico de TI Híbrida. Nós ajudamos os clientes neste desenvolvimento, se for o caso. Isso é importante porque é com este plano estratégico que ele vai definir os caminhos. E cada cliente é diferente, cada cliente tem uma necessidade diferente que não pode ser ignorada. Portanto, cada um vai ter um mix diferente do que vai ter dentro de casa e o que ele vai colocar na nuvem. O mais importante é o cliente ter plataformas que suportem esses dois mundos, esses dois ecossistemas. 
 
F.P.: As novas tecnologias possibilitam que se possa fazer isso de uma forma muito ágil, que é o Software Defined por Software. Então, com os processadores quanto o sistema da HPE, hoje em dia é possível fazer isso sob uma demanda totalmente flexível e poder escolher isso configurado por software. Coisas que levavam 90 dias para prover um servidor web para uma determinada aplicação dentro da empresa, hoje se faz em minutos.
 
Essas possibilidades trazem grande agilidade, flexibilidade, velocidade. O lado da segurança dessas novas tecnologias é muito importante também.
 
DCD: A que a HPE se refere quando diz que quer dar “agilidade à infraestrura de TI possa responder às necessidades da economia das ideias”? 
 
L.A.: Contextualizando Economia das Ideias, neste mundo em que nós vivemos a Transformação Digital, que foi muito bem comentada pelo Fábio a questão do data driven. Eu diria que dados e aplicativos estão mudando o mundo, criando até rupturas em certas indústrias e criando novos modelos de negócios. E esses modelos não vão parar. Quanto mais dados forem recolhidos e analisados, essas informações vão se transformar em novas oportunidades e possibilidades. É daí que estão saindo os novos modelos de negócio. Esses modelos de negócio são extremamente ágeis. Se coloca rapidamente no ar um novo modelo de negócio que pode criar um impacto, uma ruptura em uma indústria, um mercado, por exemplo. Nós chamamos isso de Economia das Ideias. Você pode ter uma ideia potencial e essa ideia pode vir a transformar uma indústria, transformar um mercado. Para dar suporte, o combustível é a tecnologia, é a Transformação Digital que permite que tudo isso aconteça deste lado. Do outro lado, imagine um gerente de TI que tem a sua infraestrutura tradicional e nessa infraestrutura tradicional ele tem o legado. Ele vai ter que dar continuidade e dar estabilidade nos processos de TI, que vão suportar esse legado. Ele tem muita pressão da área de negócios do outro lado. Então como ele coloca, como ele suporta rapidamente as áreas de negócio para capturarem essas oportunidades, acelerarem neste mercado e obter mais crescimento?  Isso é o que nós chamamos de TI Híbrida, onde as empresas têm que analisar na verdade aquele mix que eu comentei e como suportar os dois lados da melhor forma. É aí que a HPE traz muita tecnologia em suas soluções, oferecendo plataformas e sistemas para suportar esses ambientes.
 
DCD: Há tempos vem se falando no Data Center Definido por Software, hoje já é uma realidade? O que ele oferece para as empresas? 
 
L.A.: Já é uma realidade. Falando de HPE, hoje o nosso motor na questão de automatização e Data Center Definido por Software é um produto que se chama HPE OneView, que possibilita o clientes automatizar serviços e funções no seu data center ganhando muita eficiência operacional, reduzindo custos e ganhando muita agilidade.
 
DCD: Na lista de preocupações dos CIO’s hoje segurança é o item número 1?
 
F.P.: Eu acho que ele é um dos itens mais importantes. Até estenderia o conceito da segurança para o conceito da confiança; é preciso ter confiança na sua infraestrutura tecnológica. Você leva um tempo para ganhar a confiança e credibilidade, mas para perder é muito rápido, no momento que você tem um problema. Sem dúvida nenhuma a questão segurança é essencial e tem que ser pensada desde o início. Não adianta querer ser data driven, colocar software defined sob demanda se você não tiver pensando na questão da segurança desde o início, porque as vulnerabilidades trazem prejuízos. Então, segurança se não é a principal questão, com certeza é  uma das tops que estão no meio dessa questão da Transformação Digital.
 
L.A.: Eu me lembro de uma pesquisa de mercado recente, onde foram entrevistados por volta de 160 CIO’s e segurança foi a prioridade número 1. Tanto em prioridade estratégica como também em prioridade de investimento, o que já demonstra a importância e relevância que esse tema tem. De dois anos pra cá, várias análises de pesquisa de mercado começaram a perceber novos ataques cibernéticos. Os hackers estão ficando cada vez mais sofisticados, mais audaciosos e isso tem trazido grande impacto para as empresas que não estão preparadas para essa Transformação Digital com segurança. 
 
Como eu comentei, sobre a Nova Experiência de Computação, parte das tecnologias desenvolvidas pela HPE somadas aos novos processadores escaláveis da Intel, incorporam dentro dos produtos mais tecnologias, exatamente para poder maximizar a proteção dessas soluções, dos data centers, dos ambientes dos clientes.
 
DCD: O que os novos servidores da HPE apresentam de diferente no quesito segurança?
 
L.A.: Os novos servidores da HPE ProLiant da Geração 10, lançados no “HPE Discover” em Las Vegas e que trazem os novos processadores escaláveis da Intel, trazem uma inovação única no mercado de servidores padrão de indústria. Pela primeira vez um fornecedor integrou processos e algoritmos de segurança na pastilha de silício. Ou seja, isso garante uma espécie de impressão digital que o servidor agora tem  associada com o nosso sistema de gerenciamento do servidor chamado iLo, que permite monitorar, detectar qualquer tentativa de invasão no firmware do servidor e poder recuperar o firmware original certificado do servidor. Isso realmente é único, uma evolução bastante importante, por quê? Porque invasões em firmwares de hardwares são muito difíceis de serem detectadas porque estão abaixo do sistema operacional e abaixo da camada do hipervisor e são difíceis de ser recuperadas. Essa inovação trazida pela HPE de integrar a segurança na pastilha do silício maximiza muito a proteção dos servidores.
 
F.P.: A nova família Intel Xeon de processadores escaláveis traz um número bastante grande de novas features, de dispositivos totalmente dedicados e focados na área de segurança, quer seja para proteger a nível de contêineres, de máquinas virtualizadas. Eu deixo como sugerência para os leitores, acessar o www.intel.com e dar uma olhada no item segurança dessa nova família porque tem muita novidade, muitos dispositivos, que trazem justamente esse benefício de se ter a segurança a nível do silício, tanto em questões de criptografia quanto de dispositivos específicos de segurança que trazem exatamente esse benefício de ter uma plataforma muito mais segura. O dispositivo de segurança não é software, ele está gravado no silício.
 
L.A.: Outra coisa que eu poderia destacar sobre segurança é que a HPE é o único fornecedor do mercado que desenvolve seus próprios processos de gerenciamento de segurança, ou seja, essa pastilha é feita pela própria
HPE. Isso não é terceirizado, não fica fora da empresa. Existe todo um controle interno sobre isso. Além disso, foram desenvolvidos processos de segurança que vão até a área de logística para garantir a autenticidade, que os produtos não são violados durante o transporte, por exemplo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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