Groupon deixa cloud e vai para o colocation

Diretor global de operações de data center da Groupon, Harmail Chata, falará sobre as razões desta mudança estratégica, no DatacenterDynamics Converged São Paulo 2016
 

26 August 2016 escrito por José Monteiro

Como líderes de data centers brasileiros podem obter a máxima agilidade no gerenciamento de suas infraestruturas tecnológicas? Esta será uma das questões centrais do DatacenterDynamics Converged São Paulo 2016. Independentemente da resposta, para muitas das organizações, responder a esta pergunta significa uma reavaliação contínua dos benefícios econômicos, que podem ser conseguidos com o uso de uma solução de Cloud Pública. No entanto, a história da Groupon, empresa que é hoje uma referência mundial em comércio eletrônico, mostra como a medida que o ciclo de negócio evolui, estas mudanças também afetam a estratégia de data center e cloud. No caso da Groupon, foi necessário tomar uma decisão que contraria a tendência atual: trazendo sua infraestrutura in-house.
 
“É fato que as tecnologias de Cloud são alavancas muito potentes em muitas fases do ciclo de negócios, sobretudo quando permitem que as empresas possam focar em suas tarefas core e no escalamento de seus negócios. Mas, queiram ou não, existe sempre um ponto de mudança, onde as organizações começarão a reconhecer as economias de escala e a redução dos benefícios”, afirma Harmail Chata, diretor Global de Operações de Datacenter da Groupon. Na opinião do especialista, as organizações devem considerar se a nuvem ainda é economicamente interessante e ponderar se trazer a infraestrutura in-house e, consequentemente, ganhar mais controle sobre custos, segurança e desempenho será uma opção melhor.
 
Movimento open-source coloca a Cloud Híbrida como  protagonista
 
A palestra que a Groupon realizará no DCD Converged São Paulo faz parte de um debate muito mais amplo, que vem se desenvolvendo ao longo dos últimos anos, e que se centra na relação entre o data center e as infraestruturas de nuvem híbrida. Naturalmente, todos aqueles que estão envolvidos nesta conversa também revelam uma preocupação fundamental com os problemas associados a este tipo de infraestrutura, ao potencial para vendor lock-in e sobre como evitá-lo.
 
“Quando chega o momento de selecionar um fornecedor de Cloud para trabalhar de forma coordenada com a infraestrutura de data center legada, as empresas precisam atentar tanto para os processos como para as limitações contratuais dos fornecedores de soluções Cloud. Os líderes de TI precisam avaliar se esses provedores têm know-how para conseguir um fluxo de informações ótimo entres ambas plataformas” afirma o CEO do DCD Group LATAM, José Friebel, acrescentando que os líderes de TI têm procurado remover seus ativos de data center de suas balance sheets, migrando, dessa maneira, desde um modelo Opex para um modelo de prestação de serviços. Assim, eles esperam poder retirar o máximo proveito do melhor que tem para oferecer os fornecedores de cloud em nível da infraestrutura tecnológica. No entanto, os desenvolvimentos mais recentes em open source, quer seja em hardware ou em software, mostram que a tendência vai na direção de que modelos híbridos passem a ocupar o palco central.
 
O DatacenterDynamics Converged São Paulo 2016 acontece nos próximos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Eventos Pro Magno.
 

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