Panduit aposta em Big Data e Computação em Nuvem

Novas tecnologias são tendências, mas ainda desafios para data centers modernos

 
 
 

2 October 2013 escrito por Neil Corradine

Panduit aposta em Big Data e Computação em Nuvem
Neil Corradine, Vice-Presidente de Vendas da Panduit América Latina.
Durante a última década, os data centers se transformaram em uma peça chave para muitas empresas. Pressionadas para se manterem a frente da concorrência, as empresas trabalham incessantemente para administrar o fluxo de dados e atender às demandas de usuários finais. 
 
Neste contexto, o data center está conectado a um número cada vez maior de dispositivos, e as empresas precisam administrar grandes quantidades de informação e processos. Para atender a esta demanda crescente, os data centers precisam de mais energia e refrigeração. 
 
A demanda energética e ambiental tem tornado a gestão do data center muito cara, e por esses motivos os administradores devem priorizar suas necessidades relativas à Computação em Nuvem, Big Data e às suas demandas tecnológicas futuras. Todos os dias surgem novas tecnologias, mas os data centers devem estar preparados para manter a continuidade do negócio. No entanto, as empresas não podem investir sem restrições em tecnologias emergentes, ou seja, as companhias devem focar muito no consumo de energia e refrigeração, e garantir que o data center foi projetado adequadamente. 
 
A Computação em Nuvem pode ajudar a empresa a ampliar sua infraestrutura para criar um sistema verdadeiramente distribuído. Com mais empresas trabalhando com grandes volumes de dados, os responsáveis por TI ou pelo Data Center estão em busca de alternativas para colocarem seus ambientes em um ambiente de nuvem pública ou híbrida, que possibilite um melhor controle. No entanto, a computação em nuvem requer a implementação de tecnologias inteligentes que garantam a eficiência da plataforma. Sem essas otimizações, o sucesso dessas novas soluções será limitado.
 
Um dos principais fatores que aumenta o consumo de energia é o processamento de grandes volumes de dados. Ao lado da computação em nuvem, o Big Data está obrigando o data center a processar um volume crescente de informações, que requer mais controle e gestão. Para enfrentar esse desafio, os data centers são equipados com ainda mais capacidade e consomem mais energia e refrigeração.
 
Por outro lado, as empresas constroem seus data centers com um ciclo de vida de 20 anos ou mais, sem saber quais tecnologias devem aparecer no futuro. Hoje, sabemos que os data centers possuem 50% a menos de ocupação, e ocupam menos espaço do que inicialmente previsto.  Apesar desse superdimensionamento em termos de energia e resfrigeração, a densidade de computação aumentou em apenas uma área específica.  Isso significa que a infraestrutura utiliza toda a sua capacidade de refrigeração para suportar um volume cada vez menor de equipamentos. As empresas podem economizar milhares de dólares por ano administrando o consumo de energia de uma maneira mais eficiente com relação à topologia do data center.
 
Buscando menor consumo de energia
 
Para reduzir o custo com energia, os data centers devem aumentar a eficiência energética otimizando o fluxo de ar de refrigeração e a distribuição e densidade dos gabinetes. Além disso, as tendências relativas ao uso da energia mudaram; por isso, é importante cumprir as normas e melhores práticas do mercado para reduzir o impacto térmico e energético. As novas tecnologias demandam um uso mais intenso do data center e aumentam sua criticidade. Por isso, as empresas deveriam adotar uma fórmula simples: consumir menos energia + otimizar a energia utilizada = aumento de eficiência. 
 
Enquanto o data center representar o principal componente de qualquer empresa, ele continuará crescendo. O data center sempre estará em evolução e expansão e as empresas devem buscar uma plataforma eficiente para administrar o consumo de energia e refrigeração que acompanha a evolução da indústria.
 
 

 

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