Cartão BNDES passa a financiar desenvolvimento de softwares

Published on 16th April 2018 by Tatiane Aquim

O Cartão BNDES, que já permitia a compra de softwares prontos, passará a financiar serviços de desenvolvimento de software sob encomenda. Com a inclusão dos serviços de desenvolvimento como itens financiáveis, o cartão reforça o apoio aos investimentos das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) em tecnologias da informação e comunicação (TICs), como forma de essas empresas reduzirem custos e ganharem eficiência operacional e competitividade.
 
As MPMEs poderão usar o cartão para encomendar diversos sistemas e aplicativos, contemplando desde aplicações industriais, Internet das Coisas (IoT), Machine-to-Machine (M2M) e soluções similares, até softwares para plataformas móveis. O pagamento pode ser parcelado em até 48 meses, a uma taxa de juros atrativa (1,44% ao mês em março).
 
“O financiamento dos serviços de desenvolvimento de software pelo Cartão BNDES tem o objetivo de contribuir para a modernização e inovação da gestão e dos processos produtivos das empresas de menor porte, por meio de investimentos nas novas tecnologias convergentes, como Computação Móvel e na Nuvem, mídias sociais, Big Data Analytics e Internet das Coisas”, afirma o chefe do Departamento de Operações de Internet do BNDES, Ricardo Albano.
 
Como os serviços de desenvolvimento e produção de software, de acordo com a Abes, são fornecidos, em sua maioria, por MPMEs, o financiamento por meio do Cartão BNDES beneficiará duplamente essas empresas: elas poderão ser portadoras do cartão para adquirir itens necessários às suas atividades, como também poderão se credenciar como fornecedoras para oferecer a seus clientes o Cartão BNDES como forma de pagamento pelos serviços prestados.
 
As empresas interessada já podem solicitar o credenciamento como fornecedor no site do Cartão BNDES. 
 
Setor em expansão
 
Um estudo anual da Abes, realizado em conjunto com a consultoria IDC, mostra que o mercado de hardware, software e serviços de TI no Brasil cresceu 4,5%. No topo da lista de investimentos em TI na América Latina, o Brasil registrou cerca de US$ 38 bilhões em investimentos durante o ano passado, seguido por México (US$ 20,6 bi), Argentina (US$ 8,4 bi) e Colômbia (US$ 7 bi).
 
No ranking mundial, o país ficou em nono lugar na lista que encabeçam na sequência: EUA (US$ 751 bi), China (US$ 244 bi), Japão (US$ 139 bi), Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia. No total, foram US$ 2,07 trilhões em investimentos em TI no último ano. Os investimentos em tecnologia da informação e comunicação (TIC), que incluem também as telecomunicações, somaram mundialmente US$ 3,55 trilhões em 2017, sendo US$ 105 bilhões somente no Brasil – o que garantiu o sexto lugar no ranking geral, recuperando uma posição perdida no ano anterior.
 

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